Este é o tipo de sangue mais antigo, o único encontrado até agora no homem primitivo. Consequência disso, e uma vez que o Homem dessa época era essencialmente carnívoro, ainda hoje as pessoas com este tipo de sangue têm apetência genética para consumir carne em grandes quantidades: beneficiam de um pH no estômago mais ácido e forte produção de enzimas digestivas.
Em termos alimentares, produtos como a couve-de-bruxelas, couve-flor, feijões, folhas de mostarda, grãos, lentilhas, milho, repolho e trigo influenciam a produção de insulina, diminuem o ritmo metabólico, reduzem a utilização das calorias e inibem a produção da tiroxina. A sua redução tem como consequência inicial uma redução do peso.
Por outro lado o glúten tem como consequência o aumento de peso.
Quem tem tipo O pode comer carne magra de cordeiro, frango, gado e peru nas quantidades que desejar, no entanto, deve-se ter o cuidado de equilibrar com vegetais e fruta, para evitar a super acidificação. Usar óleos monossaturados, como o de oliva e linhaça, que são bons para o coração e artérias e ajudam a reduzir o colesterol. Feijões, mesmo os benéficos, devem ser consumidos com moderação
Uma das características associadas a este tipo de sangue, são os baixos níveis de coagulação. Assim sendo, a vitamina K é essencial para estas pessoas, podendo ser encontrada na clorofila líquida.
Lista de alguns elementos:
