Imagens vegetarianas

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Tipo O

Este é o tipo de sangue mais antigo, o único encontrado até agora no homem primitivo. Consequência disso, e uma vez que o Homem dessa época era essencialmente carnívoro, ainda hoje as pessoas com este tipo de sangue têm apetência genética para consumir carne em grandes quantidades: beneficiam de um pH no estômago mais ácido e forte produção de enzimas digestivas.
Em termos alimentares, produtos como a couve-de-bruxelas, couve-flor, feijões, folhas de mostarda, grãos, lentilhas, milho, repolho e trigo influenciam a produção de insulina, diminuem o ritmo metabólico, reduzem a utilização das calorias e inibem a produção da tiroxina. A sua redução tem como consequência inicial uma redução do peso.
Por outro lado o glúten tem como consequência o aumento de peso.
Quem tem tipo O pode comer carne magra de cordeiro, frango, gado e peru nas quantidades que desejar, no entanto, deve-se ter o cuidado de equilibrar com vegetais e fruta, para evitar a super acidificação. Usar óleos monossaturados, como o de oliva e linhaça, que são bons para o coração e artérias e ajudam a reduzir o colesterol. Feijões, mesmo os benéficos, devem ser consumidos com moderação
Uma das características associadas a este tipo de sangue, são os baixos níveis de coagulação. Assim sendo, a vitamina K é essencial para estas pessoas, podendo ser encontrada na clorofila líquida.

Lista de alguns elementos:


Sangue

Sangue: vermelho, líquido, essencial e todo igual?

Bem, acho que por esta altura já todos sabemos que quase tudo acima é correcto, menos a última parte. De facto, quando analisado ao microscópio, as diferenças entre os vários tipos de sangue vêm à superfície. Foi baseado nessas pequenas diferenças que o austríaco Karl Landsteiner concebeu o sistema de classificação ABO.

Ponto de partida: Todos temos um tipo de sangue, e este é “escolhido” muito antes de nascermos, através da herança genética deixada pelos nossos progenitores.


No sistema ABO é possível distinguir quatro tipos de grupos sanguíneos (A, B, AB e O), cuja classificação se baseia essencialmente nos tipos de aglutinogénios presentes nas hemácias.
No plasma existem aglutininas compatíveis com os aglutinogénios das hemácias. Por exemplo, quando o aglutinogénio A está presente nas hemácias, não pode existir no plasma a aglutinina anti-A, porque desencadear-se-ia uma reacção de aglutinação nas hemácias. Da mesma forma, hemácias com o aglutinogénio B reagirão com aglutininas anti-B. Estas descobertas levaram à formulação da "Lei de Landsteiner", segundo a qual no plasma de pessoas do grupo A, estão presentes aglutininas anti-B; no plasma de indivíduos do grupo B existem aglutininas anti-A; os indivíduos do grupo AB não possuem nenhumas das aglutininas e os indivíduos do grupo O possuem os dois tipos de aglutininas


quinta-feira, 10 de abril de 2008

Macrobiótica




A macrobiótica é, muito mais do que um regime alimentar, é uma forma de estar na vida.


A sua designação deriva de macro, grande, e bio, vida. Considera-se Ekiken Kaibara (1630 a 1716) o pai da macrobiótica. O estilo de vida macrobiótico elogia a plena vida, implementando o velho aforismo alma sã em corpo são. Esta grandiosidade não se resume, porém, a uma questão quantitativa de longevidade, implicando também tudo o que de grande a vida pode e deve ter: felicidade, amor, liberdade, paz, harmonia...



O japonês George Ohsawa (1893-1966) é o principal responsável pela divulgação dessa cultura no ocidente. Considera esta arte/ciência que o alimento principal para os seres humanos são os comidos crus, cozidos, assados, e germinados. A proporção de alimentos a ingerir deve-se aproximar, sempre que possível, da distribuição existente nas células do organismo humano. Não significa isto que devemos andar munidos de tabelas alimentares, apenas temos de usar o bom senso para uma alimentação equilibrada e ao mesmo tempo saudável. Para esclarecer melhor quem está habituado com a visão científica desses assuntos, um tópico importante a ser destacado é que se dá muita atenção ao equilíbrio sódio-potássio na escolha e na preparação da alimentação.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Vegetarianismo - O que é?

Ao analisarmos o inquérito anteriormente feito reportámos que grande parte das pessoas inquiridas não sabia a diferença entre Macrobiótica e Vegetarianismo, bem como não nos conseguia explicar em que consistia cada um deles.
Assim sendo resolvemos divulgar neste espaço alguma informação sobre o assunto.
Começamos com algumas definições:

Vegetarianismo - Apesar de não haver uma definição rígida, podemos generalizar e dizer que a pessoa Vegetariana é aquela que se alimenta basicamente de grãos, sementes, vegetais, cereais e frutas, com ou sem o uso de lacticínios e ovos. Os vegetarianos excluem o uso de todas as carnes animais.
No entanto, mesmo dentro do vegetarianismo há algumas variantes, sendo estas diferentes entre si. Ora vejamos:

- Ovo-lacto-vegetariano: Consome lacticínios e ovos.

- Lacto-vegetariano: consome lacticínios e não ovos.

- Ovo-vegetariano: consome ovos e não lacticínios.

- Vegano: não consome produtos de origem animal.

- Frutívoro: alimenta-se de frutas, grãos e sementes. Recusa matar a planta para se alimentar.

- Crudívoro: alimenta-se única e exclusivamente de alimentos crus. Pode incluir leite ou não.

Analisemos então mais em pormenor cada um destes subgrupos:

Ovo-lacto-vegetariano:
Muitas pessoas tornam-se vegetarianas por acreditarem que é errado abater animais para comê-los. É a principal forma de oposição ao sofrimento de milhões de criaturas. Para as pessoas que se importam com a preservação e o respeito aos animais, um passo muito positivo é simplesmente parar de comer carne. O impacto da criação industrial de animais para produção de carne no meio ambiente é outra razão. Contudo, as vantagens para a saúde e estética são os motivos mais comuns para a adopção de uma dieta vegetariana. Há ainda aqueles que se tornam vegetarianos por suas opções espirituais ou religiosas. Em certas religiões o vegetarianismo é um elemento básico para que um indivíduo se torne mais apto e mais encorajado a amar Deus e todas as suas criaturas.

Lacto-vegetariano:
Este grupo de vegetarianos exclui os ovos da sua dieta por motivos de saúde, visto que o ovo contém um elevado nível de colesterol. No entanto, não sentem necessidade de abrir mão dos lacticínios por vários motivos. Entre eles a suposta dificuldade em excluir todos os produtos que contenham ingredientes de origem animal, porque estão a atravessar uma fase de transição para o veganismo ou simplesmente porque gostam dos lacticínios.

Ovo-vegetariano:
Inclui na sua alimentação os ovos, mas exclui o leite e todos os seus derivados. Muitos dos que excluem o leite da sua alimentação fazem-no por preocupações ambientais, compaixão pelos animais ou por motivos de saúde.

Vegano:
Este grupo de vegetarianos exclui a carne de animais (carne vermelha, aves, peixe e frutos do mar), produtos animais (ovos e lacticínios). Exclui ainda o mel, o uso de produtos animais (couro, seda, lã, lanolina, gelatina...), os produtos testados em animais e espectáculos onde a exploração animal é motivo de entretenimento (circo, touradas, etc.). São também designados veganistas, "estritamente vegetarianos", ou pelo termo inglês vegan. O termo original português, vegetaliano, raramente é encontrado. O veganismo pode ser definido como uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do prático, todas as formas de exploração e tratamento cruel de animais na alimentação, no vestuário e com qualquer outro fim. O repúdio às práticas cruéis inerentes à produção de lacticínios e à criação de animais e aves em unidades de produção intensiva (como os aviários), é provavelmente, a razão mais comum para a adopção do veganismo. Mas muitas pessoas são levadas a ele por razões de saúde, ecológicas e espirituais, entre outras. Os veganos não querem apoiar a indústria da carne. Por isso recusam-se a comer ovos ou lacticínios. Muitas pessoas não comem esses produtos também por causa das condições em que são produzidos.

Frutívoro:
Dependendo do grau do frutivorismo, este grupo poderá enquadrar-se no veganismo ou no crudivorismo. Os frutívoros restritos alimentam-se exclusivamente de frutos e sementes, como tomate, banana, manga, abacate, nozes, pepino, abóbora, amendoim. Os frutívoros restritos não consomem alimentos cozinhados, incluindo-se por isso no grupos dos crudívoros. Os menos restritos, por sua vez, têm uma alimentação muito semelhante aos veganos. Com a diferença que se recusam a utilizar alimentos que matam a planta. Evitam assim todas as raízes, como sejam: cenoura, batata, cebola. Os rebentos são também evitados, como os de soja e alfafa. O frutivorismo, assim como o veganismo são geralmente encarados como forma de vida. Além da recusa em contribuir para a exploração e morte animal, também se recusam a participar da morte das plantas. Envolvem não só a questão dietética como também o vestuário, produtos testados em animais, etc. Quem adopta esta forma de vida geralmente fá-lo por razões espirituais, de compaixão por todos os seres vivos, ou ainda de saúde, no caso dos frutívoros restritos. O frutivorismo é uma prática milenar entre os jainistas, adeptos de uma religião originária da Índia que tem ganho admiradores em várias partes do mundo.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Video de apoio ao vegetarianismo

Este vídeo tem como objectivo proporcionar um melhor conhecimento sobre o tema tratado , podendo assim sensibilizar as pessoas para uma dieta alternativa.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Receita da semana de 20 de Fevereiro



Creme de Beterraba



Ingredientes
3 beterrabas
1 cebola
azeite q.b.
1 caldo de legumes


Preparação:

Refogar a cebola no azeite. Acrescentar as beterrabas cortadas em cubos e a água e deixar cozinhar até as beterrabas amolecerem (acrescentar água sempre que começar a secar). Quando as beterrabas estiverem moles, acrescentar o caldo de legumes e mais água para chegar a quantidade de creme necessária. Com a ajuda de uma trituradora, triture bem este creme para que a beterraba fique bem dissolvida. Volte a aquecer e acrescente 1 ou 2 colheres de sopa de farinha de trigo dissolvida em um pouquinho de água para ficar na consistência de creme.

Feijoada vegetariana


Ingredientes:
2 chávenas de chá de feijão preto
2 dentes de alhos amassados
cebola (picada)
2 chávenas de chá de cenoura (picada grande)
1 chávena de chá de chuchu (picado grande)
2 chávena de chá de berinjela desidratada* (picada grande)
1 chávena de chá de ervilha fresca
pimentão vermelho (picado grande)
2 chávena de chá de granulado de soja em pedaços grandes
1 chávena de chá de cebolinha verde (picada)
3 colheres de sopa de salsinha
4 folhas de louro
3 colheres de sopa de sopa de azeite de oliva
sal marinho a gosto

Preparação:

Lave bem o feijão esfregando-o entre as mãos em água corrente.Deixe-o de molho à noite ou no mínimo 2 horas. Cozinhe-o em 1,5 litro de água numa panela de pressão aproximadamente 15 minutos ou até ficarem meios macios (pois será cozido ainda mais tempo em panela aberta), reserve. Noutra panela frite o alho no azeite até dourar e em seguida coloque a cebola e deixe refogar até amolecer. Na sequência acrescente a cenoura e o chuchu e continue a refogar até ficarem um pouco macios. Junte a berinjela, a ervilha e o pimentão, ponha um pouco de sal e continue a refogar por mais 4 minutos.
Agora junte este refogado ao feijão e coloque o granulado de soja (preparada), a cebolinha, a salsinha, o louro e acerte o ponto do sal. Cozinhe (sem pressão) mais 20 minutos ou até o feijão ficar macio e o caldo engrossar.
Está pronto para servir, sirva com couve refogada.

Tarte de Amêndoa e mel








Ingredientes:
Para a massa:
350g de farinha de trigo
250g de manteiga sem sal
2 colheres de sopa de açucar em pósal qb

Para o recheio:
225 de amêndoas descascadas
275g de açucar cristalizado
100g de manteiga sem sal
1 chávena de leite
2 colheres de sopa de mel

Preparação:
Massa:
Coloque a farinha, o açúcar, a manteiga cortada em fatias e o sal dentro de uma tigela grande. Junte meia chávena de água fresca e amasse. Leve ao frigorífico durante uma hora.

Recheio:
Deite 150ml de água com o açúcar num fervedor. Leve ao lume e deixe ferver durante 5 minutos até caramelizar.Retire do lume, adicione as amêndoas inteiras e a manteiga. Mexa e junte o leite. Coza em lume brando durante cerca de 15min até ficar espesso. Retire do lume, junte o mel e deixe arrefecer.Estenda 2/3 da massa e forre uma forma de tarte previamente untada. Deite o recheio. Cubra com o resto da massa e pressione os bordos para vedar bem. Fure o centro e leve ao forno durante 40m a 180º até alourar.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Sabia que...

...pode fazer uma estimativa das calorias que consome diariamente, bastando para isso utilizar uma fórmula muito simples. Comece por o seu peso por 22 de modo a obter a sua taxa metabólica em repouso. Posteriormente multiplique este valor pelo seu nível de atividade: 1,2 se for sedentário, 1,375 se fizer atividade física ligeira, 1,55 se tiver atividade física média e 1,725 se a sua atividade física for intensa.

Deste modo terá uma ideia daquilo que necessita diariamente para sobreviver.