Imagens vegetarianas

quarta-feira, 25 de junho de 2008

pedimos desculpa por não termos mais actualizações devido a termos entrado de ferias

quarta-feira, 4 de junho de 2008

A Dieta do Tipo Sanguíneo

A "Dieta do Tipo Sanguíneo" iniciou-se com os estudos do médico Naturopata Dr. James D'Adamo que publicou o seu primeiro livro em 1982. Esta dieta teve um grande impulso com a publicação, pelo seu filho, também médico Naturopata, Dr. Peter J. D'Adamo, em 1996 do livro "Eat Right For Your Type" onde o autor mostrou algumas correlações históricas, antropológicas e fisiológicas dos tipos de sangue A, B, AB e O com os alimentos, com a personalidade e com o estilo de vida. Posteriormente, novas descobertas levaram a um aperfeiçoamento maior das recomendações, levando em conta o facto do indivíduo secretar, ou não, os antigénios do seu tipo de sangue nas secreções do corpo (saliva, muco, secreções intestinais, urina, etc..). Diversos autores, principalmente no Japão e USA, têm escrito livros sobre a influência do tipo de sangue na personalidade.
Saúde é o resultado da inter-relação entre os factores ambientais, alimentares, modo de vida, stress, actividades físicas, actividades de relaxamento, alimentação com a carga genética de cada indivíduo. Cada ser humano é único, tem um código genético próprio e diferente de todos os outros, por isso, não existe uma única dieta ou um estilo de vida que sirva a todos. As directrizes que a dieta do tipo sanguíneo fornece levam em conta as características genéticas de cada um, auxiliando na compreensão tanto dos alimentos, quanto da forma de viver que propicia uma vida mais longa e saudável.

Em baixo poderão consultar mais pormenorizadamente cada um destes tipos.

Tipo A

Tipo B

Tipo AB

Tipo AB

É o grupo sanguíneo mais raro, fazendo parte dele apenas cerca de 4% da população.

É o mais moderno dos géneros, e surgiu na mistura entre o (tolerante) tipo A e o (equilibrado) tipo B, possuindo desta maneira características de ambos os tipos.

Tal como os indivíduos do tipo A, os indivíduos deste grupo têm uma produção de suco gástrico não muito intensa, no entanto, estes necessitam de mais proteínas de origem animal. As pessoas deste grupo possuem também níveis mais baixos da enzima fosfatase no intestino, o que associada com o baixo teor de suco gástrico, causa dificuldades na digestão. Essas dificuldades devem ser combatidas através de refeições mais pequenas mas mais frequentes, bem como também tentando evitar proteínas com hidratos de carbono.

Tal como as pessoas do grupo B, as pessoas do tipo AB também têm tendência para degradar mais rapidamente o óxido nítrico. Esta é uma molécula que intervém diversas vias metabólicas do organismo, contribuindo para a saúde cardiovascular, imunológica e emocional. A degradação mais rápida do óxido nítrico permite uma recuperação mais rápida nas situações de stress.

Lista de alguns elementos:



Tipo B

Cerca de 10% da população mundial tem este tipo de sangue.
O tipo B teve como origem a mudança dos nossos ancestrais para o Norte, o que, devido à mudança de clima, levou o sistema a sofrer uma mutação.
Os indivíduos deste tipo foram os primeiros a enveredar pela domesticação dos animais, sendo por isso o único tipo a dar-se perfeitamente bem com os lacticínios.
Em consequência da evolução, este género sanguíneo tornou-se também muito versátil, lidando não só muito bem com vegetais e lacticínios, mas também com os alimentos de origem animal.
Estas pessoas têm tendência para aumentar de peso quando consomem alimentos como os amendoins, milho ou trigo. Estes produtos inibem a eficácia da insulina, prejudicam o ritmo metabólico, causam hipoglicemia, inibem a absorção adequada dos nutrientes, o funcionamento do fígado e a digestão.
Por outro lado, para perder peso, os portadores do sangue de tipo B devem dar especial relevo à carne, lacticínios magros, ovos e vegetais.

Lista de alguns elementos:

Tipo A

Este é o tipo de sangue de aproximadamente 38 % da população.
Crê-se que foi o primeiro tipo de sangue a evoluir, pois a sua afinidade para com o consumo de vegetais encaixa na evolução natural do homem, que a partir de uma certa fase da história passou de nómada e caçador para produtor/colector.
Conforme foi dito, os indivíduos do tipo A dão se bem com os vegetais e frutos, sendo por isso aconselhável uma dieta do tipo vegetariano, pois produtos como a carne ou os lacticínios tornam-se difíceis de digerir, ficando assim armazenados na forma de gordura. O seu consumo também tem como consequência um aumento das toxinas, uma redução na utilização das calorias, bem como a inibição do metabolismo de nutrientes e a eficiência das insulinas. Isto deve-se à baixa produção de suco gástrico no estômago, o que leva a uma ineficiente decomposição das proteínas.
O tofu deve ser a base da alimentação dos indivíduos deste género, assim como a fruta, que deve ser consumida três vezes por dia.
Para perder peso, comer soja, vegetais e abacaxi.

Lista de alguns elementos:


Tipo O

Este é o tipo de sangue mais antigo, o único encontrado até agora no homem primitivo. Consequência disso, e uma vez que o Homem dessa época era essencialmente carnívoro, ainda hoje as pessoas com este tipo de sangue têm apetência genética para consumir carne em grandes quantidades: beneficiam de um pH no estômago mais ácido e forte produção de enzimas digestivas.
Em termos alimentares, produtos como a couve-de-bruxelas, couve-flor, feijões, folhas de mostarda, grãos, lentilhas, milho, repolho e trigo influenciam a produção de insulina, diminuem o ritmo metabólico, reduzem a utilização das calorias e inibem a produção da tiroxina. A sua redução tem como consequência inicial uma redução do peso.
Por outro lado o glúten tem como consequência o aumento de peso.
Quem tem tipo O pode comer carne magra de cordeiro, frango, gado e peru nas quantidades que desejar, no entanto, deve-se ter o cuidado de equilibrar com vegetais e fruta, para evitar a super acidificação. Usar óleos monossaturados, como o de oliva e linhaça, que são bons para o coração e artérias e ajudam a reduzir o colesterol. Feijões, mesmo os benéficos, devem ser consumidos com moderação
Uma das características associadas a este tipo de sangue, são os baixos níveis de coagulação. Assim sendo, a vitamina K é essencial para estas pessoas, podendo ser encontrada na clorofila líquida.

Lista de alguns elementos:


Sangue

Sangue: vermelho, líquido, essencial e todo igual?

Bem, acho que por esta altura já todos sabemos que quase tudo acima é correcto, menos a última parte. De facto, quando analisado ao microscópio, as diferenças entre os vários tipos de sangue vêm à superfície. Foi baseado nessas pequenas diferenças que o austríaco Karl Landsteiner concebeu o sistema de classificação ABO.

Ponto de partida: Todos temos um tipo de sangue, e este é “escolhido” muito antes de nascermos, através da herança genética deixada pelos nossos progenitores.


No sistema ABO é possível distinguir quatro tipos de grupos sanguíneos (A, B, AB e O), cuja classificação se baseia essencialmente nos tipos de aglutinogénios presentes nas hemácias.
No plasma existem aglutininas compatíveis com os aglutinogénios das hemácias. Por exemplo, quando o aglutinogénio A está presente nas hemácias, não pode existir no plasma a aglutinina anti-A, porque desencadear-se-ia uma reacção de aglutinação nas hemácias. Da mesma forma, hemácias com o aglutinogénio B reagirão com aglutininas anti-B. Estas descobertas levaram à formulação da "Lei de Landsteiner", segundo a qual no plasma de pessoas do grupo A, estão presentes aglutininas anti-B; no plasma de indivíduos do grupo B existem aglutininas anti-A; os indivíduos do grupo AB não possuem nenhumas das aglutininas e os indivíduos do grupo O possuem os dois tipos de aglutininas